Consórcio de imóveis: vale a pena fazer?

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consórcio de imóveis

Diante das opções de financiamentos imobiliários oferecidos pelo SFH será que vale a pena fazer um consórcio de imóveis?

O consórcio vem crescendo no Brasil, contribuindo para que a população possa adquirir seu bem pelo custo de mercado e através de compra parcelada.

O medo de ser enganado em consórcio diminuiu bastante desde a Lei nº 11.795/2008 (conhecida como a Nova Lei de Consórcio), que regulamentou em detalhes o sistema, oferecendo garantias para consorciados e administradoras.

Neste post, mostraremos por que compensa fazer um consórcio de imóveis!

Compre parcelado sem pagar juros

Os juros do financiamento imobiliário costumam ser mais baixos em aquisições através do SFH e do programa Minha Casa, Minha Vida, ambos do governo federal. É uma forma de fomentar a aquisição de moradia a toda a população brasileira.

Mas esses financiamentos envolvem juros, mesmo sendo mais baixos. O consórcio de imóveis não tem juros. O pagamento é parcelado e envolve somente a taxa de administração, além do fundo comum (valor dividido do imóvel).

A taxa de administração geralmente apresenta um percentual inferior aos juros dos financiamentos.

As parcelas do consórcio aumentam

Esse reajuste (na maioria das vezes, anual) é para assegurar o poder de compra do consorciado. Se os imóveis passam por aumento durante um período, é natural que as parcelas também sofram reajustes — caso contrário, quando a pessoa for contemplada, o valor da carta de crédito não será suficiente para comprar o imóvel.

O índice referencial para reajustes nas parcelas de consórcio de imóveis varia, podendo ser o INCC, o IGP-M, o INPC, o CUB.

O consórcio de imóveis dá mais autonomia ao mutuário

Programas como o Minha Casa, Minha Vida limitam bastante a escolha do mutuário, já que são residências térreas de um mesmo modelo e nem sempre situadas no local que a pessoa deseja.

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O consórcio de imóveis dá mais autonomia ao participante, permitindo que ela escolha o tipo de imóvel e a sua localização. Ela pode optar por uma casa, um apartamento ou uma cobertura, uma chácara, uma propriedade rural, uma casa de praia e até um terreno.

O imóvel pode ser em qualquer bairro ou cidade e até na zona rural. Se você quiser, poderá comprar até um imóvel usado ou mais barato. E, se preferir, um imóvel mais caro.

E tem mais: poderá, ao invés de comprar, reformar seu imóvel ou construir um.

Use seu FGTS

Não é só nos financiamentos imobiliários residenciais que a pessoa poderá usar seu FGTS — consórcio de imóveis residenciais também permite o uso do Fundo de garantia por Tempo de Serviço.

Assim, caso você queira comprar um imóvel de valor superior ao da carta, poderá completar o que falta com o FGTS. Também, poderá oferecê-lo como lance para ajudar a antecipar sua contemplação.

Com ele, poderá ainda quitar parcelas ou mesmo amortizar ou liquidar o saldo devedor do consórcio.

A compra do imóvel é à vista

Você paga parcelado, mas compra à vista quando for contemplado. Por isso, o consórcio é citado como uma forma de alavancagem.

Comprando à vista, é possível pedir descontos maiores ao vendedor e economizar parte da carta de crédito.

E o que fazer com o dinheiro que sobra?

Até 10% de sua carta podem ser destinados ao pagamento de despesas do imóvel, como escritura e registros. O restante deve ser usado para ajudar a pagar as prestações do consórcio que ainda restam.

O que pensa sobre o assunto? Concorda que vale a pena fazer um consórcio de imóveis? Deixe seu comentário!

 

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